Lição de ano velho

À escrivaninha. 31º C lá fora. Céu limpo, com um azul clarinho e nuvens, muitas nuvens. E um calor escaldante, com sensação térmica de 34°C, característico desta cidade. Primeira semana de janeiro, e não tenho planos ou metas definidas para o ano novo, diante da incerteza de uma vacina para a epidemia. Há, apenas, uma … Ler mais

Aproveite o prazer da leitura

À escrivaninha. 31º C lá fora. Céu limpo, com um azul deslumbrante, salpicado de nuvens cor de algodão. Para alguns, o calor é insuportável,  mas eu amo dias assim. Ontem, realizamos o último Clube do Livro do ano. Foram 8 meses de encontros e 18 livros lidos! Presenteamo-nos, brindamos e celebramos! Emocionei-me com tanto carinho … Ler mais

Uma velha rabugenta

À escrivaninha. 19°C lá fora. Por que sinto tanto frio? Não quero me tornar a velha rabugenta, evitada por todos, por sempre estar reclamando de algo. A cada manhã, decido ser positiva e silenciosa e não me envolver com coisas alheias, que não me dizem respeito ou não precisam de minha intervenção. E falho miseravelmente. É … Ler mais

Paz em meio ao caos

À escrivaninha. 24°C lá fora. Chove muito, desde ontem. Pessoas que desafiam o distanciamento imposto, recolhem-se das ruas. As minhas prioridades mudaram diante desta epidemia. Os meus planos e compromissos do dia a dia já não me parecem muito importantes. Especialmente, agora, em que recomendações sobre distanciamento social criam ansiedade, percebo que preciso me concentrar … Ler mais

Como dizer “não” graciosamentel

À escrivaninha. 25°C lá fora. Manhã nublada de Carnaval. É muito comum pessoas idosas serem solicitadas a fazer as coisas para os filhos e netos. Em algumas ocasiões, amigos e parentes também as fazem de “meninos de recados” ou ajudantes. Algo que eles próprios poderiam fazer sozinhos. A necessidade de se sentir útil e amado, … Ler mais

Ser gentil em meio ao caos

À escrivaninha. 34°C lá fora. Previsão de tempestade, mas só vejo sol e calor. Ultimamente tenho pensado muito em bondade. Atos aleatórios de gentileza beneficiam tanto quem dá, como quem recebe. Acredito que os pequenos atos cotidianos de bondade nos tornam mais humanos. Dar e receber bondade cria momentos de felicidade que todos gostamos de sentir.  Quando … Ler mais