A literatura me ensinou a esperar, mas também a ir embora.
À escrivaninha. 23 ºC lá fora e céu nublado. O vento balança a janela de vidro e levanta as cortinas rendadas. Ontem, eu venci o relógio em uma sala de espera, em pleno prazer do texto. Enquanto a médica não chegava, o ponteiro da clínica de alergia dava duas voltas inúteis. Neste intervalo, passei por…
