“Essa cruz me dá a maior sorte, mãe!”
À escrivaninha. 31 °C lá fora. Céu azul manchado de nuvenzinhas discretas. Há 20 anos, tenho um Anjo. Lágrimas apertadas dentro do peito, que nunca se mostram. Raramente sonho com ele. Sempre aparece criança. Quando acontece, ouço sua voz e o abraço. Acordo triste, mas feliz, porque sei que, acima das estrelas, ele me sorri….
