Sua bagagem emocional

À escrivaninha. 24°C lá fora. Céu nublado, tão cinzento, Quando 2016 começou, tomei uma decisão: deixar para trás coisas e pessoas que não eram boas para a minha vida. Carregar menos peso em minha bagagem física e emocional.

Este ano (e nos próximos, espero), não permitirei que opiniões alheias interfiram em minhas convicções internas ou semeiem dúvidas dentro de mim. As prioridades de outra pessoa não são, necessariamente, as minhas prioridades. Decisões e escolhas feitas a partir de pressão e interferência de outrem, produziram os melhores resultados dentro de mim.

Passei tempo demais tentando agradar a todos. Em várias situações, comprometi minha integridade física e mental cedendo aos desejos e caprichos de outra pessoa. Ser autêntica se torna mais importante para mim. Ajudar, sim. Ser manipulado para fazer o que os outros querem, não!

Este ano, quero exercitar o silêncio .

Aprendi que de nada adianta discutir ou refuta opiniões alheias. Apenas ouvirei e, se possível, colocarei minha posição a respeito. Caso contrário, aprecio meu silêncio e tomo minhas próprias decisões.

Espero que 2016 seja mais leve, mais silencioso, mais proveitoso para minha sanidade física e mental. Ser cada vez mais desencanado com expectativas e pressão de outras pessoas. Antes de falar ou agir, diante de uma situação estressante, usarei o teste paulino para avaliar se devo levar à frente minha opinião ou comportamento:

É bom? É útil? É verdade? É justo? É honesto? É amável? É de boa fama? Alguma virtude há? Algum louvor existe? Caso contrário, não falarei, nem agirei de acordo com as pressões externas.

E você, como será sua bagagem emocional em 2016? Sobrecarregado ou mais amena?

Foto de Ýlona María Rybka na Unsplash

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