Como escrever o desejo
A escritora segue o próprio ímpeto de escrever histórias de amor e paixão e transfere esse desejo para os corpos das personagens que se tocam e se amam.
Denise Gals
A escritora segue o próprio ímpeto de escrever histórias de amor e paixão e transfere esse desejo para os corpos das personagens que se tocam e se amam.
À escrivaninha. Lá fora, 21°C. Tarde silenciosa e nublada de primavera. Aceitei o desafio da Paula Maria e do Lisandro Gaertner de participar do #Literoutubro04 e desenvolver, a cada semana deste mês, um projeto de escrita de tema livre em um gênero textual específico. A proposta da primeira semana do projeto Literoutubro foi escrever uma carta. Hoje, o desafio é … Ler mais
À escrivaninha. 22°C lá fora. O céu está encoberto e sombrio. Um vento frio entra pela janela e prenuncia a queda da temperatura. Diários e cartas capturam momentos, medos, alegrias e segredos. Tenho refletido sobre como tais escritos podem sobreviver a nós e revelar camadas esquecidas. A ideia de que, no futuro, alguém os leia … Ler mais
À escrivaninha. 25 ºC lá fora e céu de um azul tão intenso que quase cega as vistas. O inverno está chegando ao fim com dias iluminados. Um tímido arco-íris despontou por trás das nuvens. Hoje resolvi andar pelas ruas do bairro para me reinscrever na aula de Pilates, depois de algum tempo parada por … Ler mais
À escrivaninha. 24°C lá fora. Céu cinzento no amanhecer deste outono friorento. Há dois meses que não escrevia em minha newsletter. Então, um evento importante me fez interromper a pausa anunciada nas edições e enviar uma carta especial: Um Newsletteraço! O newsletteraço é um evento promovido pelo grupo de discussão que partilhamos no Telegram, o Newsletters … Ler mais
À escrivaninha. 25 °C lá fora. Verão se despedindo em sua última semana com brisa fresquinha e céu nublado. Chove em minha janela. Se não fosse pelos compromissos com oficinas de leitura, rodas e clubes do livro, que me mantêm ocupada sem parar, eu diria que preciso de um descanso. Uma viagem para qualquer lugar … Ler mais
À escrivaninha. 26 °C lá fora. Céu estrelado em uma noite quente e silenciosa. Estou com uma preguiça daquelas. O novo romance que venho editando há meses? O livro de contos que comecei tão animada? Estão, há dias, abandonados. Nesses dias, sinto uma tristeza estranha, quase palpável. Minha mente vagueia, e me vejo longe daqui, … Ler mais
À escrivaninha. 28°C lá fora. Céu azulzinho manchado de nuvens branquinhas. Comecei um novo projeto de escrita. Na verdade, um desafio de escrita: produzir contos. Que loucura. Nunca me atrevi a escrever um antes. Pois bem, como primeira tarefa do curso de narrativas com a Ana Rüsche, passei o dia inteiro estudando a estrutura do … Ler mais
À escrivaninha. 33 ºC lá fora. Mal vejo o azul do céu, coberto por imensas nuvens brancas. Após os sessenta, escrever é a maneira que encontrei de deixar fluir algo que sempre esteve preso e agora descobri que pode voar. Ser uma escritora publicada deixou de ser um sonho e, ao se realizar, despertou um senso … Ler mais
À escrivaninha. 28°C lá fora. O céu está azul brilhante e limpo. Não tão brilhante quanto a situação no mundo, mas, vamos em frente. Desistir não é uma opção. Algum tempo atrás, durante uma aula na turma de jovens e adultos, uma aluna confidenciou-me um episódio curioso. No curso de culinária que frequentava, a professora … Ler mais