“Essa cruz me dá a maior sorte, mãe!”

À escrivaninha. 31 °C lá fora. Céu azul manchado de nuvenzinhas discretas. Há 20 anos, tenho um Anjo. Lágrimas apertadas dentro do peito, que nunca se mostram. Raramente sonho com ele. Sempre aparece criança. Quando acontece, ouço sua voz e o abraço. Acordo triste, mas feliz, porque sei que, acima das estrelas, ele me sorri. … Ler mais

Pausa para um café? 

À escrivaninha. 25 °C lá fora. Verão se despedindo em sua última semana com brisa fresquinha e céu nublado. Chove em minha janela. Se não fosse pelos compromissos com oficinas de leitura, rodas e clubes do livro, que me mantêm ocupada sem parar, eu diria que preciso de um descanso. Uma viagem para qualquer lugar … Ler mais

O momento em que as palavras dormem

À escrivaninha. 26 °C lá fora. Céu estrelado em uma noite quente e silenciosa. Estou com uma preguiça daquelas. O novo romance que venho editando há meses? O livro de contos que comecei tão animada? Estão, há dias, abandonados. Nesses dias, sinto uma tristeza estranha, quase palpável. Minha mente vagueia, e me vejo longe daqui, … Ler mais

Encontrar a autoconfiança

À escrivaninha. 27°C lá fora. Céu azul sem uma nuvenzinha sequer. Maravilha de se olhar. O calor segue derretendo as ideias. Ao longo dos anos, minha autoconfiança vem crescendo. Entretanto, percebo-a ainda frágil. Ainda oscila. E diminui, às vezes. Mesmo depois dos sessenta, quando você pensa que tem tudo sob controle. Na maior parte do … Ler mais

Olhe à sua volta

À escrivaninha. 34°C lá fora. Céu com algumas nuvens em uma tarde ensolarada. Gosto deste sol, deste céu azul, desta brisa. Que lindeza é este clima de setembro.  Tudo do que precisamos para ser felizes está em nós mesmos. Esta é uma frase comumente usada para explicar a “solteirice”, especialmente de mulheres. Por algum tempo, … Ler mais

O amor é como uma nuvem

À escrivaninha. 21°C lá fora. Céu nublado e triste. Como meu coração. Deixe ir, digo para ele. Aprecie o silêncio. Respire. Morda a língua. Seja monossilábico. Pratique a atenção plena. Supere as pequenas (as grandes também) humilhações cotidianas e não permita que se repitam. Refugie-se. Ouviu, coração? O amor dóiO amor machuca e marcaQualquer coraçãoNão … Ler mais