A literatura me ensinou a esperar e a ir embora.

À escrivaninha. 23 ºC lá fora e céu nublado. O vento balança a janela de vidro e levanta as cortinas rendadas. Ontem, eu venci o relógio em uma sala de espera, em pleno prazer do texto. Enquanto a médica não chegava, o ponteiro da clínica de alergia dava duas voltas inúteis. Neste intervalo, passei por … Ler mais

“Essa cruz me dá a maior sorte, mãe!”

À escrivaninha. 31 °C lá fora. Céu azul manchado de nuvenzinhas discretas. Há 20 anos, tenho um Anjo. Lágrimas apertadas dentro do peito, que nunca se mostram. Raramente sonho com ele. Sempre aparece criança. Quando acontece, ouço sua voz e o abraço. Acordo triste, mas feliz, porque sei que, acima das estrelas, ele me sorri. … Ler mais

Podar para crescer: crise com o novo romance

À escrivaninha. 31 ºC lá fora. Tarde cinzenta enquanto escrevo, mas me alegro com a cantoria dos bem-te-vis e o rugido dos aviões a caminho da Base Aérea. A brisa através da cortina lembra como o verão castiga, mas logo o inverno estará por aqui! Sinto que minha inspiração para escrever despertou do sono. Do … Ler mais