Gargalhadas no céu por toda a Eternidade
Gargalhadas no céu por toda eternidade: papai partiu após hospital. Risadas kkkk, mãos apertadas e saudade. Crônica real de luto no Rio chuvoso.
Denise Gals
Pensamentos e reflexões à escrivaninha
Gargalhadas no céu por toda eternidade: papai partiu após hospital. Risadas kkkk, mãos apertadas e saudade. Crônica real de luto no Rio chuvoso.
À escrivaninha. 28°C lá fora. Céu azul salpicado de nuvenzinhas tímidas neste domingo de primavera. Ainda me lembro das brincadeiras ao ar livre, no quintal de casa, do cheiro do mato, das cores vibrantes das flores das árvores, do sabor das mangas carlotinhas e das goiabas colhidas no pé. Momentos em que a natureza era nossa … Ler mais
À escrivaninha. 22°C lá fora. O céu está encoberto e sombrio. Um vento frio entra pela janela e prenuncia a queda da temperatura. Diários e cartas capturam momentos, medos, alegrias e segredos. Tenho refletido sobre como tais escritos podem sobreviver a nós e revelar camadas esquecidas. A ideia de que, no futuro, alguém os leia … Ler mais
À escrivaninha. 21 ºC lá fora. Abro a janela e encaro um céu nublado. Uma brisa matinal estremece meu rosto. A vida tem seguido em um ritmo lento desde o início do ano. Minha saúde, que deveria ser prioridade, ficou em segundo plano; procrastinei projetos e escorreguei em alguns hábitos que não me fazem bem. … Ler mais
À escrivaninha. 23°C lá fora. Céu esconde um solzinho tímido atrás das nuvens. Sentindo o frio do outono nos pés, reflito sobre a importância de ouvirmos a voz interior. Desde sempre, confiei na minha intuição. Quando duvidei dela, enfrentei surpresas desagradáveis. Aprender a escutá-la é fundamental para tomar decisões ajustadas ao que realmente queremos ou … Ler mais
À escrivaninha. 23°C lá fora. Fim de manhã nublada e fria. Um vento gelado brinca com as cortinas e a tampa do meu notebook, mas aqui, à janela, encontro calor e inspiração. Escrever é mais que registrar palavras; é um ritual que se expande especialmente após os 60 anos. É um ato de abrir o … Ler mais
À escrivaninha. 26 °C lá fora. Céu nublado e tarde friazinha de outono. Hoje vim apresentar um conto que nasceu como uma tarefa do ateliê de escrita da Ana Rüsche. Escrevi essa história com o coração aberto, na esperança de que ele tocasse minha mentora de alguma forma. Para minha alegria, ela gostou, mas salientou … Ler mais
À escrivaninha. 26ºC lá fora. Céu cinzento e uma brisa outonal levanta as cortinas em minha janela. Anos atrás, encontrei uma mensagem no antigo Twitter, em que uma pessoa me marcou. Havia um link para um post fazendo referência a um texto meu em que faço reflexões a respeito da perda de meu filho e … Ler mais
À escrivaninha. 24 °C lá fora. Céu nublado, chuva e vento. É provável que a chuva continue. Aqui dentro de mim também… Sobre perdas A perda de um filho é uma das experiências mais dolorosas que uma pessoa pode ter. A alma dói. Sabemos que a morte faz parte do ciclo da vida. Mas um … Ler mais
À escrivaninha. 26 °C lá fora. Noite de céu nublado, com uma brisa fresquinha que me lembra de dias mais tranquilos. Sentada aqui, cercada por livros, canetas coloridas, agendas e xícaras, sinto uma mistura de emoções. Tomei uma decisão que, embora difícil, pareceu necessária: dar uma pausa nas atividades do Clube do Livro que iniciei … Ler mais