Prêmio Jabuti e um momento de escrita

À escrivaninha. Lá fora, 21°C. Tarde silenciosa e nublada de primavera.  Aceitei o desafio da Paula Maria e do Lisandro Gaertner de participar do #Literoutubro04 e desenvolver, a cada semana deste mês, um projeto de escrita de tema livre em um gênero textual específico. A proposta da primeira semana do projeto Literoutubro foi escrever uma carta. Hoje, o desafio é … Ler mais

Honestamente, eu só quero descansar

À escrivaninha. 24° C lá fora. O céu é um tapete azul maravilhindo. Manhã silenciosa e uma vontade de ficar em casa, enrolando, deixando as horas passarem… Principalmente depois dos sessenta, quando a preguiça da aposentadoria cochicha em seu ouvido que você não precisa fazer nada. A vida não é fácil para aposentada, não! Se … Ler mais

Como retomar a motivação para editar meu manuscrito

À escrivaninha. 22 ºC lá fora. Manhã chuvosa e fria. Para onde foi o outono agradável? Parece que a vontade de escrever resolveu tirar férias prolongadas. Enfrentar o bloqueio na escrita é um desafio comum para quem escreve romances. Mesmo com o manuscrito pronto e na fase de edição, a falta de motivação pode atrasar … Ler mais

Pausa para um café? 

À escrivaninha. 25 °C lá fora. Verão se despedindo em sua última semana com brisa fresquinha e céu nublado. Chove em minha janela. Se não fosse pelos compromissos com oficinas de leitura, rodas e clubes do livro, que me mantêm ocupada sem parar, eu diria que preciso de um descanso. Uma viagem para qualquer lugar … Ler mais

O momento em que as palavras dormem

À escrivaninha. 26 °C lá fora. Céu estrelado em uma noite quente e silenciosa. Estou com uma preguiça daquelas. O novo romance que venho editando há meses? O livro de contos que comecei tão animada? Estão, há dias, abandonados. Nesses dias, sinto uma tristeza estranha, quase palpável. Minha mente vagueia, e me vejo longe daqui, … Ler mais

Poder voar

À escrivaninha. 33 ºC lá fora. Mal vejo o azul do céu, coberto por imensas nuvens brancas. Após os sessenta, escrever é a maneira que encontrei de deixar fluir algo que sempre esteve preso e agora descobri que pode voar. Ser uma escritora publicada deixou de ser um sonho e, ao se realizar, despertou um senso … Ler mais

Distribuidora de sonhos

À escrivaninha. 28°C lá fora. Tarde abafada com céu azul riscado de nuvenzinhas primaveris. Hoje é o meu Dia da Mestras, mas não falarei de dores. Quero recordar apenas os amores em quase quatro décadas de magistério. Deixei posts na rede social para marcar o dia com otimismo. É esta lembrança que quero guardar comigo: … Ler mais

Tentando virar uma árvore

À escrivaninha. 23°C lá fora. Céu cinzento e sol tímido em uma tarde agradável de primavera.   Algo que sempre quis fazer, mas nunca tive coragem: escrever um romance. ‘Então, dá um jeito de fazer isso logo!’, falei para mim mesma.  Passei muitas manhãs e tardes quietinha, pensando em como poderia ser uma escritora. Sonhava acordada com as histórias que queria inventar. A emoção entre o desejo de concretizar o sonho e a impossibilidade de tal acontecer. Escrever e publicar. Parecia algo louco, quase inatingível, como um pequeno grão tentando quebrar a pedra, germinar e virar uma árvore. Ou talvez não. Só precisava tornar real o que sempre desejei.  E aqui estou, transformei o sonho em um projeto de escrita real: meu primeiro romance é uma realidade há um ano! E, em dois … Ler mais