Que caiam as máscaras

À escrivaninha. 32°C lá fora. Céu encoberto. Vento fabuloso levando as cortinas às alturas. Precisei sair para atestar minha vida, a fim de continuar recebendo os proventos da aposentadoria. Entrei no Uber, distraída . Preciso concentrar-me no presente. Três quarteirões à frente, observei o motorista sem máscara. Questionei por que estava sem máscara e ele … Ler mais

Sem diário de reflexões pessoais

À escrivaninha. 27°C lá fora. Céu nublado e uma brisa maravilhosa outonal. Sobre escrever reflexões em cadernos, eu mantinha um fabuloso diário de reflexões absolutamente pessoais. Não escrevia um diário. Encaro meu antigo caderno como espaço de reflexão em que podia analisar meus sentimentos e pensamentos. E dizer para mim mesma o que não devia dizer às pessoas. … Ler mais

Sem impetuosidade e paixão o tempo todo

À escrivaninha. 24°C lá fora. O céu nublado anuncia um sábado chuvoso. Tempestade à vista, prevê a meteorologia. Tem sido assim, em meu coração, nos últimos dias. O modo como a vida se desenrola, atualmente, provoca uma oscilação no corpo e na mente. Há dias em que acordo, vejo a casa desarrumada e penso: “que … Ler mais

Dois anos de diversão e café

 À escrivaninha. 32°C lá fora! Sol e muito calor na cidade e em meu coração. Amo esta luz. O Café à escrivaninha fez aniversário anteontem e, como uma criança, ainda está cambaleando para andar sozinho. Escrever sobre a vida após a meia-idade tem me obrigado a refletir sobre as mudanças mentais, físicas e emocionais e em … Ler mais

Nos sonhos, tudo é possível

À escrivaninha. 24°C lá fora. Céu nublado. Tempo chuvoso e refrescante – trégua, após dias de intenso calor. Barulho de chuva e cheiro de terra molhada trazem reminiscências da infância. Enquanto permaneço em casa, o maior tempo possível (variante Omicron segue implacável), tento criar hábitos melhores para o meu bem-estar físico e emocional. Não planejei … Ler mais

Um ano-novo sem resoluções

À escrivaninha. 31°C lá fora. Céu ensolarado, com muitas nuvens brilhantes. Uma brisa quente entra pela janela e me aquece a alma. Preciso mesmo deste aquecimento no primeiro dia do ano-novo. Desejo apenas aproveitar o ano e, simplesmente, não pretendo me envolver em nada muito profundo. Nada de resoluções. Isso significa mais silêncio e mais … Ler mais