Preguiça de se exercitar

À escrivaninha. 31°C lá fora. Dias mais quentes e abafados roubam a energia e a preguiça reina.

Não dava muita atenção para a importância de exercícios físicos e seus benefícios até a meia-idade. Quando iniciava algum treino de ginástica, em academia, logo o abandonava. Quão equivocada eu estava. Com um problema na coluna, há vários anos, comecei, depois dos 60 anos, a praticar ginástica e fazer alongamento regularmente.

Confesso que preciso me esforçar para manter uma rotina matinal de ginástica em casa, desde o início do isolamento social. Tenho lutado para encontrar a motivação e levar um estilo de vida saudável durante o resto da minha vida. Há dias em que a preguiça e o cansaço quase me fazem desistir. Então, levanto-me e começo a me alongar.

Driblando a preguiça para se exercitar

  1. Agendei como primeira tarefa da manhã: Se não for assim, não consigo me exercitar ao longo do dia. Abrir a agenda e perceber que posso dar um tique na lista de tarefas diárias gera uma sensação boa.
  2. Treino por pouco tempo: Eu me exercito por cerca de 30 a 40 minutos, todas as manhãs. Alongamento e ginástica sênior, seguidos de Ginástica Lion Gong. Não obrigatoriamente nesta ordem.
  3. Contratei uma professora: Isso aumenta minha responsabilidade. É difícil desistir, quando ela envia, regularmente, vídeos-aula com exercícios personalizados de ginástica sênior. E a conta no início de cada mês.

Eu não chamaria minha rotina de programa favorito. Estou insistindo nisso porque sei que o meu corpo precisa desenvolver e manter a capacidade funcional conforme a idade avança, conforme envelheço. Estou me sentindo mais flexível, ágil e forte. 

Mas ainda não gosto disso…

Imagem: Tamba Budiarsana no Pexels