Esperando a magia da serendipidade me encontrar

À escrivaninha. 32°C lá fora. O sol brilha em um céu absurdamente azul. O frio se foi. Isto é tão bom. Então, estamos de volta ao avanço de Covid, com aumento de casos e internações. O Rio continua sendo um lugar adorável para se viver, mas, se pudéssemos nos livrar de algumas pessoas irresponsáveis, as coisas … Ler mais

O amor é como uma nuvem

À escrivaninha. 21°C lá fora. Céu nublado e triste. Como meu coração. Deixe ir, digo para ele. Aprecie o silêncio. Respire. Morda a língua. Seja monossilábico. Pratique a atenção plena. Supere as pequenas (as grandes também) humilhações cotidianas e não permita que se repitam. Refugie-se. Ouviu, coração? O amor dóiO amor machuca e marcaQualquer coraçãoNão … Ler mais

É como estar em férias permanentes

À escrivaninha. 22ºC lá fora. Céu limpo, sem nuvem alguma. Um tapete azul deslumbrante. Está maravilhoso assim. Já basta de frio. Curiosamente, estou de casaquinho leve e meias dentro de casa… Aceitei, finalmente, que estou livre da responsabilidade de ter de trabalhar. Eu perdi tanto tempo tentando desempenhar um papel de ocupada que não era mais … Ler mais

De que sentimentos preciso nestes tempos tão estranhos?

À escrivaninha. 23°C lá fora. Céu encoberto e uma brisa fria sugerem meias para aquecer os pés. Estive pensando a respeito de mudanças necessárias em meu estado de espírito, daqui para a frente. Há sentimentos que, definitivamente, precisam ser alimentados. Outros, devem ser exterminados de minha vida. Nestes anos de pandemia precisamos de muita sabedoria para equilibrar emoção … Ler mais